
O dentista dita o procedimento, a IA monta o orçamento e a clínica só confirma. Agenda, financeiro e repasse — tudo num lugar só, que se organiza sozinho.
dentista@clinica-demo.com / demo123
Não é um software com um botão de IA: o fluxo inteiro roda pela fala. O dentista diz "canal no 36, coroa e limpeza"; a IA identifica cada procedimento, casa com o catálogo da própria clínica, monta o orçamento e atualiza o prontuário. À clínica resta confirmar — e nada é salvo sem essa confirmação.
O dentista fala naturalmente — "canal no 36, coroa e limpeza". A IA entende o jargão, casa com o seu catálogo e devolve o orçamento pronto pra conferir.

Uma tela só pra receber, pagar, projetar e fechar o caixa — com o líquido do cartão caindo na data certa e o repasse por dentista automático. Nada de trocar de aba pra cada coisa.

Ditado por voz hands-free no atendimento — o dentista fala naturalmente e a IA monta o orçamento.

Pensamos com muita atenção nas soluções que vão fazer seu dia a dia mais eficiente.
Cada característica abaixo foi desenhada, validada com profissionais e construída para atender as necessidades reais das clínicas.

Cada clínica é um espaço próprio e isolado, com seu endereço, sua equipe e seus perfis de acesso. Você cresce, o sistema acompanha — sem trocar de ferramenta.
As respostas mais diretas pra quem está avaliando trocar de sistema.
Um sistema de prontuário e financeiro para clínicas odontológicas, com IA por trás de várias partes: o dentista dita a consulta e a IA organiza um rascunho de prontuário e orçamento, casa o procedimento com o catálogo automaticamente, e ainda responde perguntas sobre o financeiro. Nada é salvo sem uma confirmação na tela.
O dentista fala o que fez — durante o atendimento, procedimento a procedimento, ou tudo de uma vez num único áudio no fim da consulta. A IA transcreve, separa cada procedimento que foi dito, entende o dente e a face de cada um, e monta um rascunho de prontuário e orçamento. Nada vira registro de verdade antes de alguém revisar e confirmar na tela.
Pode — é o jeito mais rápido e o mais econômico. Cada áudio conta uma transcrição, então narrar a consulta inteira de uma vez consome uma só, não uma por procedimento. Num único áudio você narra tudo: "fiz a limpeza, restauração oclusal no vinte e seis e canal no trinta e seis". A IA quebra a narrativa em um item por procedimento, na ordem em que você falou, cada um já com o dente e as faces que você disse e casado com o serviço do catálogo da sua clínica. Você revisa a lista pronta na tela e confirma. Ditar item a item na cadeira continua funcionando igual — os dois modos convivem, e a clínica escolhe o que encaixa na rotina.
Dá, falando de novo — não precisa pegar o mouse. Corrigindo no meio da própria frase, a IA já entende: "no dezesseis não é obturação, é coroa" troca o item em vez de criar um segundo. E dá para voltar atrás depois, num áudio novo: "apague a limpeza", "apague o último item", "apague todos os itens da sessão" — o item sai da lista na hora. Vale também para uma execução dada como concluída por engano: você desfaz a baixa falando, e o item volta ao que era. O que a voz altera é o que a voz criou nesta sessão de atendimento; registro de outro dia se ajusta no prontuário, com autoria e data gravadas.
Três coisas, do mesmo áudio — todas como rascunho, nenhuma como registro oficial. O orçamento, com os procedimentos casados com o catálogo e já valorizados. O prontuário, que recebe os procedimentos executados e atualiza o odontograma. E o financeiro, quando o orçamento é aprovado: vira cobrança, baixa e repasse do dentista, sem redigitar nada. Você também pode ditar uma anotação dizendo para onde ela vai — "anota no prontuário que a paciente relatou sensibilidade" ou "anota no financeiro que ela vai pagar metade agora" —, e ela entra no lugar certo, com data e autor, aguardando aceite. Em todos os casos a regra é a mesma: a IA propõe, uma pessoa da clínica confere na tela e confirma. Sem essa validação humana, nada vira registro oficial.
O dentista dita o retorno junto com o resto do atendimento, do jeito que falaria com o paciente: "o paciente precisa voltar em duas semanas pra revisar". A IA entende o prazo, converte em data e cria um retorno pendente para aquele paciente, com o motivo que você disse. Ele aparece no painel "Retornos" da agenda, que é a fila de quem precisa ser chamado de volta — com a data-alvo à vista e marcação de atrasado quando a data passa. É um lembrete acionável, não um horário reservado: quem escolhe o dia e a vaga é a clínica, na hora de reagendar. Assim o retorno para de depender de alguém lembrar de anotar num caderno no fim do dia.
Dá — e sem nenhuma adaptação. A conferência é um passo, não um cargo: quem estiver logado confirma. No consultório solo você acumula as duas pontas, dita durante o atendimento e confirma na tela quando quiser — logo depois da consulta ou no fim do dia, revisando tudo de uma vez. O que o sistema garante é que nada entra no prontuário nem no financeiro sem alguém ter confirmado; quem é esse alguém, quem decide é você.
Ela casa o que foi falado com o catálogo de serviços da própria clínica por significado, não por palavra-chave exata — não precisa cadastrar sinônimos nem escolher de uma lista. E fica cada vez mais precisa: nossa IA aprende com cada validação feita na sua clínica, então quanto mais você usa, mais rápido fica pra validar.
O catálogo é a tabela de preços da clínica, e é dele que sai todo valor de orçamento. Cada serviço tem nome, código, especialidade e preço base; quando envolve laboratório, guarda também um custo estimado — só referência, porque o custo real varia por caso e é lançado quando a peça é enviada. O código é a chave do casamento por voz e não muda depois de criado; se algum termo que o dentista fala ainda não for reconhecido, você acrescenta como alias e ele passa a valer. O catálogo também não precisa nascer vazio: ao cadastrar um dentista com uma especialidade que ainda não tem serviço, a IA sugere a lista daquela especialidade com preço e código TUSS, e você marca o que quer, ajusta o valor e salva de uma vez. Para mexer em muita coisa, exporte o catálogo em planilha, edite e suba de volta — o sistema mostra o que foi aceito e o que foi rejeitado antes de aplicar.
Dá. Cada dentista tem uma aba de preços com o catálogo inteiro: o preço base da clínica de um lado, um campo de exceção do outro. Você preenche só onde o valor dele difere — campo vazio significa "usa o preço da clínica", não zero. A partir daí, quando esse dentista ditar o procedimento, é o preço dele que entra no orçamento; nos serviços sem exceção, o preço base continua valendo. E como todo o resto do ditado, o valor entra como sugestão: alguém confirma antes de virar orçamento aprovado.
Sim — o histórico clínico e os procedimentos ficam registrados digitalmente, a partir do que o dentista dita na consulta e é confirmado na tela. O odontograma é atualizado em tempo real, com todas as execuções já registradas nele.
Tudo do paciente numa tela só. Em cima, o cadastro: nome, nascimento, CPF, telefone, responsável e parentesco quando o paciente é menor, e o dentista preferencial. Ao lado, o que o dentista precisa ver antes de começar — medicações em uso, condições sistêmicas e alergias, cada uma com substância e severidade. O odontograma mostra os serviços já executados e abre em tela cheia. A evolução clínica é uma linha do tempo que só acrescenta: cada anotação guarda data, hora e autor, e vem marcada como "POR VOZ" quando nasceu de um ditado; editar uma anotação fica registrado, nada some do histórico. E o financeiro do paciente mora no mesmo lugar: quanto ele tem em plano, quanto já foi executado, quanto falta realizar, a mensalidade de ortodontia e o histórico de tratamento ano a ano.
A agenda nasce do cadastro do dentista — não existe uma configuração de agenda à parte. Em cada profissional você registra nome, CRO e uma ou mais especialidades, escolhe o modelo de remuneração (titular, percentual de repasse ou aluguel de sala, com o valor correspondente) e monta o horário de atendimento: os dias em que ele atende, os blocos de cada dia e a duração da consulta. Pronto — as vagas da agenda dele já existem, sem mais nenhum passo. Para não montar semana na mão, há atalhos de um clique: "Comercial (Seg–Sex 08–12 · 14–18)", "Só manhãs" e "Copiar Seg → dias úteis". Férias e congresso entram como bloqueio, com período, hora e motivo — e antes de confirmar o sistema diz quantas consultas aquele bloqueio custa, e recusa o bloqueio se já houver paciente marcado no intervalo.
Uma grade de semana por dentista, onde quase tudo se resolve arrastando. Clicar numa vaga abre a nova consulta com dia e hora já preenchidos; arrastar o card muda o horário ou o dia; esticar a borda ajusta a duração; arrastar na vertical sobre um espaço livre cria um bloqueio. Ao lado da grade ficam três filas que trazem o trabalho até você em vez de depender de alguém lembrar: "Encaminhados a agendar", com quem saiu da consulta com procedimento para marcar — e o procedimento vai da fila direto para a vaga, arrastado; "Retornos", com quem precisa ser chamado de volta, data-alvo à vista e marca de atrasado; e "Aguardando laboratório", com as peças que ainda não voltaram. Encaminhar para outro profissional é trocar o dentista no próprio item, sem sair da tela.
Sim, do envio até o pagamento. Cada peça anda num quadro de quatro fases — a enviar, no laboratório, retornou, instalada. No envio, a recepção escolhe o protético e lança o custo real daquele caso, e o prazo já vem sugerido a partir do prazo médio que aquele laboratório costuma levar naquele tipo de trabalho — editável caso a caso, porque prazo é do caso. Se a peça não servir na prova, você reprova: ela volta ao protético e o sistema conta a ida, então dá para ver onde o retrabalho se concentra. Quando a peça é instalada, o procedimento é dado como executado no mesmo movimento — não existe marcar duas vezes. O cadastro do protético guarda CNPJ, razão social, telefone, e-mail e endereço, além dos tipos de trabalho que ele atende, cada um com o prazo médio. E o pagamento não fica solto: enviar a peça já cria a despesa daquele laboratório no financeiro, com o valor do caso e o vencimento calculado pelo prazo de pagamento que a clínica configurou; reenviar a mesma peça atualiza a despesa em vez de duplicar.
Uma tela só pra receber, pagar, projetar e fechar o caixa, com repasse automático por dentista. Na conciliação bancária, a IA ajuda a achar os lançamentos que não batem fácil com o extrato — mas a decisão de confirmar é sempre sua. Dá pra perguntar por voz também: o copiloto financeiro responde com a fonte dos números, sem inventar.
A integração acelera, não habilita — o financeiro é completo sem nenhuma integração. A clínica registra cada recebimento do jeito que ele aconteceu: dinheiro, Pix, cartão de crédito, cartão de débito ou boleto. Para fechar com o banco, você sobe o extrato em OFX ou CSV e o DentalApp casa sozinho as linhas que batem; as que sobram vão para a conciliação assistida por IA, que aponta o lançamento mais provável, diz o motivo e o quanto está confiante — você confirma na tela. Isso vale para qualquer meio de pagamento e qualquer maquininha, integrada ou não.
Sim. Com o Asaas é imediato: você conecta a sua própria conta na configuração da clínica — o dinheiro do paciente cai direto nela, sem passar por nós —, o DentalApp gera a cobrança e dá baixa automática quando ela é paga. Usa outro intermediador? A gente desenvolve a integração sem custo de implementação; nesse caso pedimos o compromisso de um plano anual, porque é desenvolvimento dedicado à sua clínica.
Fica simples, e o trabalho extra é um cadastro só. Uma única vez, na configuração da clínica, você informa a taxa e o prazo de crédito da sua maquininha — um para crédito, outro para débito. A partir daí o dia a dia é um passo por orçamento: no fechamento, você diz como o paciente vai pagar (dinheiro, Pix, crédito, débito ou boleto) e em quantas vezes. O resto o sistema faz. Parcelar é assistido: você escolhe o número de parcelas e ele divide o total, acerta o centavo que sobra na última e gera os vencimentos mês a mês a partir do primeiro, já ajustando mês curto — nada de montar carnê na mão. E a taxa entra na conta sozinha: cada parcela de cartão vira valor líquido na data em que o dinheiro realmente cai, então o caixa e a projeção mostram o que pinga na conta, não o valor de face. A taxa fica gravada no momento da baixa, então renegociar com a maquininha amanhã não reescreve o histórico de ontem.
Sim, do consultório individual a redes com várias unidades — cada clínica tem seu próprio espaço e isolamento total de dados.
Não. O DentalApp é 100% web, acessado pelo navegador, sem instalação.
Sim. Cada clínica tem os dados isolados dos de outras clínicas (nenhuma enxerga a de outra), e o paciente acompanha o próprio extrato/prontuário direto na tela da clínica, dentro das práticas da LGPD.
Cada clínica tem um código de indicação próprio. Quem você indicar entra com esse código no cadastro; quando a indicação virar assinante pagante, você ganha desconto na mensalidade por vários meses.
Um uso é um pedido seu que a IA respondeu — não uma chamada interna. Se por baixo o sistema consultar dois modelos para montar uma resposta, continua sendo um uso só. São três coisas que consomem a franquia: uma pergunta ao copiloto financeiro, um pedido de preço e TUSS sugeridos ao cadastrar um serviço, e uma sugestão de conciliação para uma linha do extrato que o casamento automático não resolveu. Se a IA não devolver resultado, não conta nada. E o ditado por voz não entra nessa conta: ele tem franquia própria, medida em transcrições — a consulta ditada, o orçamento por voz e as correções faladas consomem transcrição, nunca uso de IA. É por isso que o Essencial já vem com transcrição inclusa: a voz, que é o coração do produto, está no plano de entrada.
A partir de R$ 159,00/mês nos 6 primeiros meses; depois R$ 189,00/mês. São 3 planos, de R$ 189,00 a R$ 369,00 por mês. Todos começam com 14 dias grátis, sem cartão — veja os planos.
Fala com a gente — respondemos rapidinho.
Comece o teste grátis de 14 dias. Sem cartão, sem compromisso.
Começar agora — é grátis →