Você conta o que fez na consulta e a lista chega pronta, com o dente e o valor de cada procedimento. Confere, aprova, e o orçamento está feito.
Você fala como fala com o paciente. O sistema escreve, organiza e calcula.
Toque no botão grande e diga o que fez: “restauração no 26 e canal no 36”. Um procedimento por vez ou a consulta inteira de uma vez. Terminou, a lista aparece anotada.
Cada procedimento vira uma linha com o dente e o valor da sua tabela, e o total fica embaixo. Quer mudar algo? Toque na linha.
Aprovou, o orçamento está feito e o tratamento já aparece na linha do tempo: proposto, aprovado, em tratamento.
Gravado no próprio sistema, em tela de celular. Toque numa parte para ver ela acontecer.
Prefere mexer você mesmo? Abrir a clínica de demonstração
Sem recepção, quem fecha o atendimento é você: o total do orçamento fica à vista, você combina como o paciente vai pagar e segue para o próximo.
Cada pessoa entra com o próprio acesso, e o paciente que sai da consulta segue para o balcão, onde a recepção recebe. É uma opção na configuração da clínica.
Ele abre o link que chega no e-mail dele, sem instalar nada. Menos telefone no seu dia.
Cada peça em três etapas: a enviar, no laboratório e de volta para instalar.
Marque suas especialidades e digite seus preços; o ditado reconhece cada serviço pelo nome que você fala.
Visita em domicílio: conforme o plano →O que foi feito e as anotações de cada paciente, com data e autor.
Você escolhe se o dentista recebe pelo que fez ou pelo que o paciente já pagou, e a parte de cada um sai calculada.
Conforme o plano →O cartão só entra na hora de assinar. Todos com o portal do paciente.
Os usos de IA do plano já estão na mensalidade e cobrem o dia a dia: uma pergunta simples ao copiloto conta 1 uso; as que comparam vários meses ou pessoas podem contar até 4. Se num mês os usos acabarem, o sistema pergunta antes de continuar.
Serve, e o sistema já se ajusta a isso. Quando a clínica tem um usuário só, quem fecha o atendimento é você: ao concluir a consulta, você vê o orçamento, ajusta o que precisar e recebe ali mesmo, no celular ou no computador. Se um dia contratar recepção, é só mudar uma opção na configuração.
Vai. O caminho principal é falar: você conta o que fez e confere a lista. Cada tela mostra uma coisa por vez, e cada botão diz com palavras o que faz. Se precisar, fale com a gente e uma pessoa da equipe ajuda.
Não precisa. O DentalApp abre no navegador, no computador, no tablet ou no celular. No celular, um toque em “Instalar” põe o ícone na tela inicial, e ele abre como um aplicativo.
Entende o procedimento, o dente e a face, e casa cada um com um serviço da sua tabela. Se você chama um serviço por um apelido, acrescente esse apelido no serviço e ele passa a valer no próximo ditado.
Você valida antes de aprovar. Dá para falar de novo — “no 16 não é obturação, é coroa” troca o item — ou tocar no item e escolher. Nada entra no prontuário nem no financeiro antes de você confirmar.
A partir de R$ 69,90/mês nos 6 primeiros meses; depois R$ 89,90/mês. São 4 planos, de R$ 89,90 a R$ 369,00: Solo R$ 69,90/mês nos 6 primeiros meses; depois R$ 89,90/mês, Essencial R$ 189,00/mês, Advanced R$ 269,00/mês e Professional R$ 369,00/mês. Veja os planos.
Têm IA os planos Solo (40 usos de IA por mês; uso acima da franquia R$ 0,80), Advanced (100 usos de IA por mês; uso acima da franquia R$ 0,60) e Professional (300 usos de IA por mês; uso acima da franquia R$ 0,50). O plano Essencial não inclui franquia de IA.
Crie a clínica numa tela só e cadastre seus serviços — um por um ou subindo a planilha da sua tabela; antes de aplicar, o sistema mostra o que vai entrar. No próximo paciente, é só gravar.
Ficam. Cada clínica tem os dados separados, o prontuário fica só com a equipe, e você exporta os dados da clínica quando quiser.
Não precisa. Ele abre pelo link que chega no e-mail dele, no navegador do celular. Se quiser, um toque em “Instalar” põe o ícone da sua clínica na tela inicial.
Um sistema de prontuário e financeiro para clínicas odontológicas, com IA por trás de várias partes: o dentista dita a consulta e a IA organiza um rascunho de prontuário e orçamento, casa o procedimento com o catálogo automaticamente, e ainda responde perguntas sobre o financeiro. Nada é salvo sem uma confirmação na tela.
O dentista fala o que fez — durante o atendimento, procedimento a procedimento, ou tudo de uma vez num único áudio no fim da consulta. A IA transcreve, separa cada procedimento que foi dito, entende o dente e a face de cada um, e monta um rascunho de prontuário e orçamento. Nada vira registro de verdade antes de alguém revisar e confirmar na tela.
Pode — é o jeito mais rápido e o mais econômico. Cada áudio conta uma transcrição, então narrar a consulta inteira de uma vez conta uma só, não uma por procedimento. Num único áudio você narra tudo: "fiz a limpeza, restauração oclusal no vinte e seis e canal no trinta e seis". A IA quebra a narrativa em um item por procedimento, na ordem em que você falou, cada um já com o dente e as faces que você disse e casado com o serviço do catálogo da sua clínica. Você revisa a lista pronta na tela e confirma. Ditar item a item na cadeira continua funcionando igual — os dois modos convivem, e a clínica escolhe o que encaixa na rotina.
Dá, falando de novo — não precisa pegar o mouse. Corrigindo no meio da própria frase, a IA já entende: "no dezesseis não é obturação, é coroa" troca o item em vez de criar um segundo. E dá para voltar atrás depois, num áudio novo: "apague a limpeza", "apague o último item", "apague todos os itens da sessão" — o item sai da lista na hora. Vale também para uma execução dada como concluída por engano: você desfaz a baixa falando, e o item volta ao que era. O que a voz altera é o que a voz criou nesta sessão de atendimento; registro de outro dia se ajusta no prontuário, com autoria e data gravadas.
Três coisas, do mesmo áudio — todas como rascunho, nenhuma como registro oficial. O orçamento, com os procedimentos casados com o catálogo e já valorizados. O prontuário, que recebe os procedimentos executados e atualiza o odontograma. E o financeiro, quando o orçamento é aprovado: vira cobrança, baixa e repasse do dentista, sem redigitar nada. Você também pode ditar uma anotação dizendo para onde ela vai — "anota no prontuário que a paciente relatou sensibilidade" ou "anota no financeiro que ela vai pagar metade agora" —, e ela entra no lugar certo, com data e autor, aguardando aceite. Em todos os casos a regra é a mesma: a IA propõe, uma pessoa da clínica confere na tela e confirma. Sem essa validação humana, nada vira registro oficial.
O retorno nasce de dois jeitos. O dentista pode ditar junto com o atendimento — "precisa voltar em duas semanas pra revisar" — e a IA converte o prazo em data. E cada serviço do catálogo pode trazer o prazo de retorno: quando o procedimento é feito, o retorno já fica agendado para ser lembrado. Perto da data, o paciente recebe o convite por e-mail e marca ele mesmo pelo portal, nos horários daquela semana. Quem ainda não marcou aparece no painel "Retornos" da agenda, com a data à vista; passou da data, vira tarefa — no computador você arrasta para uma vaga, no celular ela aparece no seu dia.
O portal do paciente reúne a marcação de consultas, o extrato e a declaração de IR e já vem pronto para usar. Veja nos planos o que cada um inclui.
Pode. Na configuração do portal você liga e desliga cada parte: a marcação de consultas pelo paciente, a declaração para o Imposto de Renda (que já começa desligada) e até o portal inteiro. Ali você também escolhe quantos dias para a frente ele pode marcar e com quanta antecedência pode desmarcar.
Ele vê só o que é dele: as consultas, o tratamento com a explicação de cada procedimento, o orçamento, o extrato e, se você ligar, a declaração de IR. As anotações clínicas, os custos de laboratório, o repasse dos dentistas e o prontuário ficam só com a equipe.
Ela casa o que foi falado com o catálogo de serviços da própria clínica por significado, não por palavra-chave exata — não precisa cadastrar sinônimos nem escolher de uma lista. E fica cada vez mais precisa: nossa IA aprende com cada validação feita na sua clínica, então quanto mais você usa, mais rápido fica pra validar.
O catálogo é a tabela de preços da clínica, e é dele que sai todo valor de orçamento. Cada serviço tem nome, código, especialidade e preço base; quando envolve laboratório, guarda também um custo estimado — só referência, porque o custo real varia por caso e é lançado quando a peça é enviada. O código é a chave do casamento por voz e não muda depois de criado; se algum termo que o dentista fala ainda não for reconhecido, você acrescenta como alias e ele passa a valer. O catálogo também não precisa nascer vazio: ao cadastrar um dentista com uma especialidade que ainda não tem serviço, a IA sugere a lista daquela especialidade com preço e código TUSS, e você marca o que quer, ajusta o valor e salva de uma vez. Para mexer em muita coisa, exporte o catálogo em planilha, edite e suba de volta — o sistema mostra o que foi aceito e o que foi rejeitado antes de aplicar.
Dá. Cada dentista tem uma aba de preços com o catálogo inteiro: o preço base da clínica de um lado, um campo de exceção do outro. Você preenche só onde o valor dele difere — campo vazio significa "usa o preço da clínica", não zero. A partir daí, quando esse dentista ditar o procedimento, é o preço dele que entra no orçamento; nos serviços sem exceção, o preço base continua valendo. E como todo o resto do ditado, o valor entra como sugestão: alguém confirma antes de virar orçamento aprovado.
Sim — o histórico clínico e os procedimentos ficam registrados digitalmente, a partir do que o dentista dita na consulta e é confirmado na tela. O odontograma é atualizado em tempo real, com todas as execuções já registradas nele.
Tudo do paciente numa tela só. Em cima, o cadastro: nome, nascimento, CPF, telefone, responsável e parentesco quando o paciente é menor, e o dentista preferencial. Ao lado, o que o dentista precisa ver antes de começar — medicações em uso, condições sistêmicas e alergias, cada uma com substância e severidade. O odontograma mostra os serviços já executados e abre em tela cheia. A evolução clínica é uma linha do tempo que só acrescenta: cada anotação guarda data, hora e autor, e vem marcada como "POR VOZ" quando nasceu de um ditado; editar uma anotação fica registrado, nada some do histórico. E o financeiro do paciente mora no mesmo lugar: quanto ele tem em plano, quanto já foi executado, quanto falta realizar, a mensalidade de ortodontia e o histórico de tratamento ano a ano.
A agenda nasce do cadastro do dentista — não existe uma configuração de agenda à parte. Em cada profissional você registra nome, CRO e uma ou mais especialidades, escolhe o modelo de remuneração (titular, percentual de repasse ou aluguel de sala, com o valor correspondente) e monta o horário de atendimento: os dias em que ele atende, os blocos de cada dia e a duração da consulta. Pronto — as vagas da agenda dele já existem, sem mais nenhum passo. Para não montar semana na mão, há atalhos de um clique: "Comercial (Seg–Sex 08–12 · 14–18)", "Só manhãs" e "Copiar Seg → dias úteis". Férias e congresso entram como bloqueio, com período, hora e motivo — e antes de confirmar o sistema diz quantas consultas aquele bloqueio custa, e recusa o bloqueio se já houver paciente marcado no intervalo.
Uma grade de semana por dentista, onde quase tudo se resolve arrastando. Clicar numa vaga abre a nova consulta com dia e hora já preenchidos; arrastar o card muda o horário ou o dia; esticar a borda ajusta a duração; arrastar na vertical sobre um espaço livre cria um bloqueio. Ao lado da grade ficam três filas que trazem o trabalho até você em vez de depender de alguém lembrar: "Encaminhados a agendar", com quem saiu da consulta com procedimento para marcar — e o procedimento vai da fila direto para a vaga, arrastado; "Retornos", com quem precisa ser chamado de volta, data-alvo à vista e marca de atrasado; e "Aguardando laboratório", com as peças que ainda não voltaram. Encaminhar para outro profissional é trocar o dentista no próprio item, sem sair da tela. No celular, a agenda é a lista do seu dia: quem vem, a que horas e o que falta fazer, com os retornos atrasados ali mesmo. Um toque na consulta abre o paciente, e dá para marcar, remarcar e fechar o atendimento sem sair do aparelho.
Sim, do envio até o pagamento. Cada peça anda num quadro de quatro fases — a enviar, no laboratório, retornou, instalada. No envio, a recepção escolhe o protético e lança o custo real daquele caso, e o prazo já vem sugerido a partir do prazo médio que aquele laboratório costuma levar naquele tipo de trabalho — editável caso a caso, porque prazo é do caso. Se a peça não servir na prova, você reprova: ela volta ao protético e o sistema conta a ida, então dá para ver onde o retrabalho se concentra. Quando a peça é instalada, o procedimento é dado como executado no mesmo movimento — não existe marcar duas vezes. O cadastro do protético guarda CNPJ, razão social, telefone, e-mail e endereço, além dos tipos de trabalho que ele atende, cada um com o prazo médio. E o pagamento não fica solto: enviar a peça já cria a despesa daquele laboratório no financeiro, com o valor do caso e o vencimento calculado pelo prazo de pagamento que a clínica configurou; reenviar a mesma peça atualiza a despesa em vez de duplicar.
Uma tela só pra receber, pagar, projetar e fechar o caixa, com repasse automático por dentista. Na conciliação bancária, a IA ajuda a achar os lançamentos que não batem fácil com o extrato — mas a decisão de confirmar é sempre sua. Dá pra perguntar por voz também: o copiloto financeiro responde com a fonte dos números, sem inventar. Nos planos com copiloto, os usos de IA já estão na mensalidade para fazer diversas perguntas no mês sem pagar nada a mais — uma pergunta simples conta 1 uso, as mais complexas até 4.
A integração acelera, não habilita — o financeiro é completo sem nenhuma integração. A clínica registra cada recebimento do jeito que ele aconteceu: dinheiro, Pix, cartão de crédito, cartão de débito ou boleto. Para fechar com o banco, você sobe o extrato em OFX ou CSV e o DentalApp casa sozinho as linhas que batem; as que sobram vão para a conciliação assistida por IA, que aponta o lançamento mais provável, diz o motivo e o quanto está confiante — você confirma na tela. Isso vale para qualquer meio de pagamento e qualquer maquininha, integrada ou não.
Sim. Com o Asaas é imediato: você conecta a sua própria conta na configuração da clínica — o dinheiro do paciente cai direto nela, sem passar por nós —, o DentalApp gera a cobrança e dá baixa automática quando ela é paga. Usa outro intermediador? A gente desenvolve a integração sem custo de implementação; nesse caso pedimos o compromisso de um plano anual, porque é desenvolvimento dedicado à sua clínica.
Fica simples, e o trabalho extra é um cadastro só. Uma única vez, na configuração da clínica, você informa a taxa e o prazo de crédito da sua maquininha — um para crédito, outro para débito. A partir daí o dia a dia é um passo por orçamento: no fechamento, você diz como o paciente vai pagar (dinheiro, Pix, crédito, débito ou boleto) e em quantas vezes. O resto o sistema faz. Parcelar é assistido: você escolhe o número de parcelas e ele divide o total, acerta o centavo que sobra na última e gera os vencimentos mês a mês a partir do primeiro, já ajustando mês curto — nada de montar carnê na mão. E a taxa entra na conta sozinha: cada parcela de cartão vira valor líquido na data em que o dinheiro realmente cai, então o caixa e a projeção mostram o que pinga na conta, não o valor de face. A taxa fica gravada no momento da baixa, então renegociar com a maquininha amanhã não reescreve o histórico de ontem.
Sim, do consultório individual a redes com várias unidades — cada clínica tem seu próprio espaço e isolamento total de dados.
Cada clínica tem um código de indicação próprio. Quem você indicar entra com esse código no cadastro; quando a indicação virar assinante pagante, você ganha desconto na mensalidade por vários meses.
Nos planos com IA, a quantidade de usos por mês é pensada para o dia a dia e já vem incluída na mensalidade. Um uso é um pedido seu que a IA respondeu. Pedir o preço e o TUSS de um serviço, ou uma sugestão de conciliação para uma linha do extrato, conta 1 uso cada. A pergunta ao copiloto financeiro também começa em 1 uso — e, se for mais complexa (vários meses, períodos ou pessoas), pode contar mais: de 1 a 4 usos por pergunta. Se a IA não devolver resultado, não conta nada. O ditado por voz não entra nessa conta: ele tem franquia própria, medida em transcrições. Perguntar ao copiloto falando também só conta na franquia de IA — nunca como transcrição do seu ditado. Por isso a transcrição tem franquia própria, conforme o plano: veja nos planos o que cada um inclui.
No dia a dia, não. O copiloto vem nos planos que o incluem, com usos de IA suficientes para fazer diversas perguntas no mês, e eles estão incluídos na mensalidade. Para ter uma ideia: com 100 usos por mês, dá para fazer cerca de 100 perguntas simples — ou 25 das mais complexas — tudo dentro da mensalidade. Como os usos são contados: uma pergunta simples conta 1 uso. Quanto mais períodos ou pessoas a pergunta precisa olhar, mais consultas o copiloto faz aos seus números — e cada bloco extra conta 1 uso a mais, até no máximo 4 por pergunta. Exemplos reais, medidos no sistema: "Quanto entrou este mês?" — 1 uso; "Compare o que entrou em agosto com o que entrou em setembro" — costuma contar 1 uso; "Quanto entrou em cada um dos meses de junho a setembro?" — costuma contar 2 usos; "Quanto entrou em cada mês, de janeiro a setembro?" — costuma contar 3 usos; "Quanto entrou e quanto saiu em cada mês do último ano?" — costuma contar 4 usos (o máximo). Se a resposta não sair ("não consegui concluir"), não conta nada. E, se num mês fora do comum os usos acabarem, o sistema pergunta antes de continuar — nada extra é cobrado sem você confirmar. Sua tela de assinatura mostra quantos usos já contaram no mês.
O copiloto financeiro vem nos planos Solo (40 usos de IA por mês) e Professional (300 usos de IA por mês). Os usos de IA já estão na mensalidade.
Tem: 14 dias grátis em todos os planos. O cartão só entra na hora de assinar.
14 dias grátis. O cartão só entra na hora de assinar.
Começar 14 dias grátisVocê convida o dentista e acompanha cada clínica e cada fatura num portal seu.